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Consultoria em segurança

Mais que inteligência…
Sabedoria.

Imagine uma joalheria exibindo vários relógios de alto valor, como modelos da Rolex, no centro da vitrine. Dependendo das peças, isso pode representar alguns milhões de dólares expostos.

Como comumente fazem muitas consultorias de segurança, a resposta tende a ser direta: mais câmeras, mais alarmes, mais vigilantes, mais procedimentos, mais barreiras.

O objetivo é claro: evitar que os relógios sejam roubados.

O alvo permanece.
A proteção aumenta.

Na consultoria conduzida por Fabio Gomes, o objetivo é o mesmo. A abordagem, entretanto, é diferente.

Em vez de concentrar esforços apenas na proteção do objeto, busca-se compreender qual é o efeito realmente desejado pelo negócio. O lojista quer expor relógios ou quer vendê-los? Muitas vezes, ao atuar nas condicionantes da situação, o relógio não precisa estar fisicamente na vitrine para que a venda aconteça. Quando o alvo deixa de ser necessário, o risco perde base naquele contexto.

É como dirigir em direção a um precipício.

Uma lógica tenta frear.
A outra muda a direção.

Essa abordagem tem fundamento no pensamento estratégico clássico chinês, presente em obras renomadas como A Arte da Guerra, de Sun Tzu, e em sistemas marciais sofisticados como o Ving Tsun. Nessa lógica, o risco não é apenas mitigado; atua-se nas condicionantes que permitem que ele surja. Isso não quer dizer que o risco foi eliminado, mas que ele deixou de aparecer naquela circunstância.

Em contextos de ameaças híbridas, isso significa compreender a segurança de forma multidimensional, mobilizando tanto recursos coercitivos quanto não coercitivos da organização, de maneira integrada e sistêmica.

Para saber mais sobre essa abordagem e sua utilização prática, entre em contato.

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