
A clareza decide a operação.
Quando o inédito aparece, protocolos tendem a ser insuficientes. A liderança não pode falhar.
Segurança não é sobre acumular equipamentos ou memorizar manuais. Em ambientes de alta complexidade, o que paralisa a operação não é apenas a falta de dados ou informações, mas o ruído emocional e cognitivo que cega quem decide, comprometendo a conduta apropriada. Quando a tensão sobe, respostas puramente mecânicas tendem a perder eficácia.
Desde 1999, Fabio Gomes atua na calibragem do processo decisório. Sua abordagem é personalizada e fundamentada na unidade entre percepção, antecipação e conduta, inspirada no pensamento estratégico clássico chinês, base de obras renomadas como A Arte da Guerra de Sun Tzu e de sistemas sofisticados como o Ving Tsun.
Diferente das consultorias tradicionais, seu foco não é apenas o "plano no papel", mas o estado de prontidão de quem decide e age, seja na esfera estratégica, tática ou operacional. O trabalho não tem a finalidade de entregar respostas prontas, mas de preparar o terreno para que a decisão adequada ocorra sem hesitação.
Esta abordagem foi validada onde o erro não permite segunda chance:
- Elite Militar e Policial: Preparo dos Comandos e Forças Especiais do Exército Brasileiro, Comandos Anfíbios da Marinha do Brasil, Peacekeepers (ONU) e policiais do BOPE-RJ. Ambientes onde a avaliação circunstancial é a diferença entre a vida e a morte.
- Ambiente Crítico e Corporativo: Aviação civil, indústria de shopping centers, condomínios, hospitais e universidades, onde o componente humano é a variável mais instável e decisiva.
Ele não transmite algo novo. Ajuda a remover os automatismos e o ruído para que líderes e equipes mantenham ou recuperem a lucidez.
O ponto crucial não é insistir em resistência ou resiliência para cumprir protocolos de forma desconectada do que está acontecendo, mas ter condições reais de se adaptar à transformação dos fatos. Afinal, tudo muda o tempo todo.
























